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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Desde o primeiro momento que olhou pra mim, havia julgado. Uma história toda já fora contada pela minha aparência e meu berço. Meu caráter, por ti envocado com a dignidade de uma fofoca.
Mas aí eu abri a boca, tomei partido de ações e as ondas desmancharam seus castelos de areia.

Assim, o tempo passou e mantive meus olhos atentos a você sempre observando com cautela. Era como um duelo. Cada um esperando o outro escorregar. E quando escorregava, era como esfolar um calo em sua índole. A dúvida só não é pior que o preconceito. Ela é uma semente de mostarda que germina em seu coração e é regada por cada insegurança de seu verdadeiro eu. Você não percebe, mas a dúvida torna-se amarga e picante, e seu cheiro forte faz os olhos arderem e lacrimejarem. A duvida fará você duvidar de você mesmo. Então, antes de colocar uma maçã sobre a cabeça de sua cria amarrada em uma árvore e me entregar uma flecha, pergunte se o que matou o tirano Hermann Gessler foi realmente Guilherme Tell, ou se na verdade, não foi a dúvida.

Mas alguém como você gosta de uma briga, e não admite perder tão cedo, então por isso você age como se eu fosse apenas um antagonista; sim, um vilão, pois você quer ser um exemplo àqueles a sua volta. Talvez eu não seja quem você deveria tomar cuidado. Talvez este fosse você mesmo. E advinhe: a lua tem quatro fases e a maré continua derrubando os castelos de areia em todas elas. As marés não mudam, elas ficam caladas com o silêncio da noite, e continuam indo e voltando mesmo sem ter ninguém as vendo. E elas não tem dúvidas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

I'm kinda overdosing in this timeless existence while my guitar is just telling...? No, screaming...? Maybe. Crying? Yes, but definetly YELLING while She begs for the public's attention. Rocking just got to another level.